Mark Cavendish vence em Paris, na consagração de Bradley Wiggins

 

 

 

O ciclista Mark Cavendish (Sky) venceu hoje ao “sprint” a 20.ª e última etapa da Volta à França, que marcou a consagração do britânico Bradley Wiggins (Sky), como vencedor da “Grande Boucle”, nos Campos Elísios, em Paris.

No seu terceiro triunfo nesta edição do Tour, o campeão do Mundo cumpriu os 120 quilómetros entre Rambouillet e Paris em 3:08.07 horas, à média de 38,3 km/hora, superando o eslovaco Peter Sagan (Liquigas) e o australiano Matthew Goss (Orica).

Na classificação final, Bradley Wiggins, o primeiro inglês a vencer o Tour em 99 edições, deixou o compatriota e colega de equipa Chris Froome a 3.21 minutos e o italiano Vicenzo Nibali (Liquigas) a 6.19.

Rui Costa (Movistar), que chegou a estar em fuga já no circuito parisiense, concluiu o Tour na 18.ª posição, a 37.03 minutos de Wiggins, depois de ter concluído a derradeira tirada integrado no pelotão, tal como Sérgio Paulinho (Saxo Bank).

Cavendish vence antepenúltima etapa

 

Depois de ter vencido a segunda etapa em linha da presente edição do Tour, o britânico Mark Cavendish voltou, esta sexta-feira, a impor-se ao sprint na chegada à meta da 18.ª e penúltima etapa da prova, totalizando a 22.ª vitória da carreira em etapas da Volta a França.

O atual campeão do Mundo de estrada, apontado como um dos favoritos para os Jogos Olímpicos, cumpriu o percurso de 222,5 quilómetros, entre Blagnac e Brive-la-Gaillarde em 4.54,12 horas, mostrando a sua força na parte final diante o autraliano Matthew Goss e o esloveno Peter Sagan, já o virtual vencedor da camisola verde deste Tour (classificação por pontos).

O detentor da camisola amarela, Bradley Wiggins, chegou com quatro segundos de atraso sobre Cavendish, mas tem a liderança segura por mais de dois minutos. Salvo alguma surpresa de maior no contrarrelógio marcado para este sábado tem caminho aberto para a consagração de domingo em Paris.

No que diz respeito aos portugueses, Rui Costa foi o 45.º a cortar a meta, 12 segundos depois de Cavendish, segurando o 18.º lugar na geral, enquanto Sérgio Paulinho demorou mais um pouco (foi 68.º a 16 segundos do vencedor), mas subiu uma posição na geral (51.º).

Tour: Voeckler faz “bis” nos Pirenéus, Wiggins conserva liderança

O ciclista francês Thomas Voeckler (Europcar) ganhou hoje a etapa rainha dos Pirenéus da Volta a França, após 197 quilómetros entre Pau e Bagnères-de-Luchon, enquanto o britânico Bradley Wiggins (Sky) se manteve no topo da classificação geral.

Voeckler, que já tinha vencido a 10.ª tirada, concluiu o percurso em 5:35.02 horas, seguido pelo dinamarquês Chris Sorensen (Saxo Bank), 1.40 minutos atrasado, e do espanhol Gorka Izaguirre (Euskaltel), a 3.20 minutos de distância.

O dono da camisola amarela, Wiggins, chegou na 12.ª posição e segue com 2.05 e 2.23 minutos de vantagem sobre o colega e compatriota Chris Froome e o italiano Vicenzo Nibali (Liquigas), respetivamente.

Tour: terceira vitória de Greipel, Wiggins

 

 

O ciclista alemão André Greipel, da Lotto, venceu pela terceira vez uma etapa na atual edição da Volta a França, cortando a meta em Châteaux a Le Cap dAdge ao «sprint», com o camisola amarela Bradley Wiggins a terminar com o mesmo tempo e a reforçar a sua liderança na geral. O ciclista português Rui Costa também chegou integrado no grupo da frente e subiu um lugar na classificação, para o 19º lugar, a 19.02 minutos de Wiggins.
Uma etapa dura, com 217 quilómetros, em montanha, com destaque para a subida no Mont Saint-Clair, com o vento forte, que provocou mais uns cortes no já desfragmentado pelotão. Rui Costa manteve-se firme junto ao camisola amarela e acabou por reforçar a sua posição entre os vinte primeiros. André Greipel, a uma velocidade média de 43,7 km/h, cortou a meta com o tempo de 4:57.59 horas.
Este domingo, na 14ª etapa, entre Limoux e Foix (191 km), os ciclistas vão fazer uma primeira abordagem aos Pirinéus, com duas montanhas de primeira categoria e mais uma de segunda.

Tour: Millar ganha ao sprint

 

O ciclista britânico David Millar (Garmin) venceu hoje ao “sprint” a 12.ª e mais extensa etapa da Volta a França, após 226 quilómetros, entre Saint-Jean-de-Maurienne, enquanto o compatriota Bradley Wiggins (Sky) manteve a camisola amarela de líder.

Millar integrou a fuga do dia, juntamente com outros quatro corredores, e discutiu depois com o francês Jean-Christophe Peraud (AG2R) o triunfo na tirada, impondo-se em 5:42.46 horas.

O português Rui Costa (Movistar) foi o 38.º a concluir a tirada, integrado no pelotão, a 7.54 minutos.

Tour: Chris Froome vence primeira chegada em alto

O ciclista britânico Chris Froome (Sky) ganhou este sábado a sétima etapa da Volta a França, após 199 quilómetros, entre Tomblaine e Planche des Belles Filles, e o seu chefe-de-fila e compatriota, Bradley Wiggins, arrebatou a camisola amarela de líder.
No primeiro final em altitude do 99.º Tour, Froome impôs-se no esforço final, em 4:58.36 horas (média/40 km/h), ao campeão em título, o australiano Cadel Evans (BMC), segundo classificado, enquanto Wiggins foi o terceiro posicionado, o suficiente para desalojar o suíço Fabian Cancellara (RadioShack) do topo da tabela geral, sete dias depois.
O português Rui Costa (Movistar) cedeu 1.52 minutos para os favoritos, mas entrou nos 15 primeiros da geral, a 2.25 minutos do novo comandante, enquanto Sérgio Paulinho (Saxo Bank) foi 76.º e perdeu mais de seis minutos.

Tour: Greipel bisa

 

Segunda vitória consecutiva para o alemão Andre Greipel na presente edição da Volta a França. O corredor da Lotto superiorizou-se esta tarde ao «sprint» a forte concorrência, após 196,5 quilómetros entre Rouen e Saint Quentin.

Greipel, desta feita, enfrentou a concorrência do britânico Mark Cavendish, vítima de queda na véspera por isso de fora da discussão pela vitória na etapa, mas o atual campeão do Mundo não foi além do quarto lugar. O australiano Matt Goss foi segundo e o argentino Juan José Haedo terceiro, todos com o mesmo tempo que o vencedor.

A chegada a Saint Quentin ficou novamente marcada por queda coletiva, a cerca de três quilómetros da meta, mas que não viria a provocar grandes alterações em termos da classificação geral.

Como tal, o suíço Fabian Cancellara (RadioShack) mantém a camisola liderança, símbolo da liderança.